É melhor ser amado do que ser temido

Não, a frase do título não está errada. A inversão do original escrita por Maquiavel na Alta Idade Média foi feita não por escritos, e sim por atitudes, pela pessoa a qual tenho a honra de “cerebrar” hoje. Completam-se hoje quatro anos da morte do Papa João Paulo II, um revolucionário no comando da Igreja. Não vou basear-me por dados concretos de sua biografia, que vale a pena ser lembrada, mas pelo valor significativo de suas obras ao comando da Santa Sé.
João Paulo gerou amigos ao redor do mundo todo, de todas as religiões, raças e estilos, pois abriu as portas dos mistérios da Igreja para que de lá se irradiasse o amor, objeto principal do credo cristão. Ele encerrou o temor gerado pelas práticas religiosas para acolher a todos que desejassem receber o amor que Cristo nos deixou.
Tudo bem que isso pode ter afrouxado o rígido regime que sempre marcou o catolicismo, o qual o atual Papa Bento XVI quer restabelecer, mas suas reformas vão ecoar sempre na história da instituição e de todo o mundo. Resumindo: ele foi o cara, pelo menos para mim e minha concepção de religião. Karol, rogai por nós, onde estiver. Amém.
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