Ó Pátria Amada

Era um dia comum, aquele céu azul típico do nosso país, com a diferença que na época a Mata Atlântica estava bem mais preservada. Era 7 de setembro de 1821, e nosso príncipe Pedro voltava de uma visita ao litoral paulista. O mundo estava mudando, uma colônia como o Brasil estava dando mais gastos que lucros para a já falida Coroa Portuguesa. A saída: tornar essa terrinha ordinária um país independente, com suas próprias funções administrativas e comerciais, algo que já estava acontecendo desde a vinda da família real fugindo de Napoleão poucas décadas antes. Depois de um grito (muitos acreditam que tenha sido mais um sussurro) de “Independência ou Morte!” e mais alguns acordos onde começamos nosso grande histórico de dívida externa, Pedrinho iria se tornar o grande Dom Pedro I, Imperador do Brasil e príncipe herdeiro do trono Português. Isso mesmo, eramos independentes, mas nem tanto.
Meio a trancos e barrancos, esse foi o episódio que inicia o livro da história da nossa nação, que é escrito meio torto até hoje. Mas, sim, nós somos uma nação, filhos de um mesmo solo, irmãos em prol do desenvolvimento de todos. Graças a Duque de Caxias, as tentativas separativistas não foram pra frente. E hoje, no Dia do Hino Nacional, podemos cantar a plenos pulmões: “Dos filhos deste solo és mãe gentil, pátria amada: Brasil!” Ou não.
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