A válvula de escape

Sofrimentos, problemas, tristezas. Palavras fortes que nos trazem sentimentos negativos. Também nos lembram o que é a vida aqui na Terra. Não há ninguém imune de passar por situações difíceis, complicadas, desesperadoras. Não importa classe social, cor, credo ou país onde mora. O que muda é a maneira que a pessoa reage a essas situações.
Se esse indivíduo não tem suporte emocional, espiritual e racional para superar esses acontecimentos, certamente procurará um meio de se livrar deles sem ter de enfrentá-los. É aí que entram as drogas e outros tipos de vícios. Não podemos pensar que viciados são apenas aqueles que consomem entorpecentes ilegais, como maconha, crack e cocaína. Muitas drogas viciam da mesma maneira, de um modo muito mais disfarçado e – o que é pior – patrocinado pelos superiores. A televisão é um exemplo.
Meu objetivo é simples: avisar nesse Dia Nacional de Combate às Drogas que elas não são o problema. Para que saíssem do nosso meio era necessário que todos vivessem de maneira decente, principalmente no plano psicológio, onde os entorpecentes trazem alívio imediato e temporário para os desvios. Não adianta matar traficantes, destruir plantações, desbaratinar cartéis: o homem continuará consumindo produtos para livrá-lo da infelicidade que está por trás de toda a aparente racionalidade de seus atos.
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