A dança e o silêncio

No vai-e-vem desconcertado do cotidiano
as vezes me esqueço, mas logo me lembro:
uma só é a pedra fundamental
um só é o porto seguro
um só é o alicerce
um só concretiza do concreto da vida.

E no bambolê bem-bolado do mundo
volta-e-meia: oops! escorreguei
mas aí logo vem o auxílio, o alarme
enquanto o mundo joga sabão
alguém nos ensina a sapatear
ensina o único caminho,
a única verdade,
a única vida.

Sempre ali.
Na espreita,
na espera,
no sussuro.

Quando todos ficarem roucos,
e toda caixa de som não tiver mais serventia,
fica o silêncio, o sorriso:
o seu, o meu, o dele.
Como um, para sempre.

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