Vamos começar com essa conversa chata então…

Agora que o canaval está acabando e o  ano vai começar de verdade (de acordo com o dito que é mais popular do que inteligente), posso começar com a tarefa mais ingrata que nos aguarda até outubro: ajudar o povo brasileiro a não ceder à tentação de colocar um petista no poder. Contra nosso objetivo está a mídia e a maioria dos "formdadores de opinião"; a nosso favor está a própra pré-candidata, cujo semblante e postura já falam por si.
 
Toda a imprensa é crítica quanto à postura dos "demo-tucanos" (como eles chamam a oposição no Brasil) e complacente aos desacatos que rei Lula e Dilma "DoChefe" fazem à lei eleitoral, promovendo campanha eleitoral fora de hora e com dinheiro público (nosso). Na coluna de Benjamin Steinbruch ele critica os tucanos por seu discurso que diz que o governo Lula deu certo por "herança, juízo e sorte"; eles não podem estar errados em usá-lo, já que se trata da mais pura verdade.
 
É pela herança de um país controlado (dizendo o mínimo) depois de ter passado anos como um boi de rodeio que, irado, castigava a população com problemas econômicos sem tamanho; pelo juízo de ter deixado o PT de lado e continuado com a política social-democrata na regência do país – com algumas guinadas à esquerda no decorrer dos anos -; e pela sorte de ter surfado na mesma onda de crescimento que o mundo viu só crescer em anos (e se nos últimos três anos enfrentou uma crise econômica, sofreu, e muito, o impacto dela na economia – isso é argumento válido) que o país consegue caminhar na tranquilidade hoje (nada muito além disso: o crescimento vinha ainda pequeno e não foram feitos muitos avanços rumo ao chamado "desenvolvimento" – isso é comprovado pelo vexame do PAC, que se candidatava a resolver essas questões básicas).
 
Por isso, se Lula vai passar o ano cantando suas glórias, devemos nós lembrar o povo que elas só vieram porque ele já pegou o mar calmo – e, mesmo assim, não aproveitou a calmaria pra acelerar o motor. Os benefícios que um governo fez a um país não são medidos pela popularidade do presidente, afinal, o povo tem a tendência – normal e necessária – de olhar para o curto prazo; cabe aos governantes olhar além dos horizontes da história. E isto o PT não sabe fazer.
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