Se é pra falar dos gays…

Eu não sei porque existem os homossexuais. Não sei se é genético, cultural, patológico; não sei. E na verdade ninguém sabe. Mas esta é a lógica do mundo de hoje: fazer certezas donde ninguém as tem e fazer dúvidas das questões que até então eram certezas. Dizem que esta é a graça. Por que vou tratar de homossexualismo hoje? Porque o assunto está na moda; talvez muito mais do que deveria estar. Deve entrar como um assunto interessante para este blog? Sim, pois trata-se de pessoas, comportamento humano – chave para uma convivência bacana no dia-a-dia.

O ser humano assume muitas posturas, cria novas tendências, sempre testa novas ideias. Algumas tem futuro, outras nem tanto. A Revolução Francesa, por exemplo: quando surgiu, pareceu que seria algo que abalaria totalmente os destinos do mundo; passado um tempo de confusão, tudo se restabeleceu e nem girondinos nem jacobinos estavam no poder; mais algum tempo depois ela mostraria sua utilidade, mas de uma maneira diferente: influenciando ideologias, criando ambientes políticos, e não cortando cabeças.

Por isso não devemos ter medo de dizer o que as coisas são, nem de julgar o que dizem por aí ser irrevogável. Se assim o for, não será pela força do latido dos cães do quintal. Não devemos ter medo, então, de bradar contra a tal “militância gay”que quer fazer parecer que o mundo está mudando seu curso na direção do pensamento deles. Porque não está. Por mais estranho que pareça, falar contra as “Paradas Gays” não é criticar pessoas, mas falar de um movimento político egoísta e fanático. É gente em busca de status e poder, e não da verdade e do bem-comum.

Por que acho isso? Ora, pois sei que eles conhecem a verdade. A verdade é que o comportamento homossexual é contrário à família: de um “casal gay”não se formam famílias, não se formam pessoas, matrimônio, lar. Forma-se nada. Sempre os homossexuais precisarão de uma família de verdade – homem e mulher – para gerar seus descendentes de aluguel, que não levam seus genes. O comportamento homossexual é contrário à própria natureza humana, e um dos seus principais fatores: a sexualidade. Falar de sexo não é falar de “fazer sexo”; é falar de hormônio sexual, que define as principais características da personalidade da pessoa. Isto é natureza ou escolha?

Portanto, as pistas indicam que a militância gay vai acabar em nada. Não estou dizendo que ela vai deixar de existir; ela vai continuar por aí um bom tempo, e pode até conseguir boas vitórias. Mas a quebra da “heteronormatividade” é algo irreal. E os homossexuais sabem disto. Não os políticos, vigaristas e sem remorsos como tantos outros, mas os “civis”. Eles sabem que tem um comportamento de exceção, e não adianta querer entrar na TV, na Igreja, nas escolas, que isso não mudará. Longe do jogo interesseiro dos líderes e das festas na Av. Paulista que brincam até com os santos (e querem ser levados a sério!), a homossexualidade continua sendo um problema marginal e particular. São pessoas que estão – como a maioria – mais interessadas em pagar as contas da casa do que em estender bandeiras multicoloridas gigantes.

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